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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

O Simão Tem Razão!

Comentei aqui, a um postal do nosso consócio aqui da bloga Simão Soares sobre a TAP e a forma como o novel polaco Efremovich estava a ser tratado pela nossa comunicação social. Eu na minha sanha cameralista em que acho que o Estado pode ter empresas que façam dinheiro para evitar os impostos não via o que se passava.

A privatização(a qual naquele modelo sou contra) foi para o galheiro, e não se percebe o porquê do falhanço. Nem há esclarecimento. E o homem além de enxovalhado passa por pelintra e burlão sem direito a  defesa.

Bem Visto Simão!

PS: Uma Perguntas Incómodas do Castelo-Branco do Combustões, aqui.

domingo, 5 de agosto de 2012

Sayonara do Último Nan Ban Jin!

Um dos blogues que acompanhei com avidez nos últimos anos acabou. Estou triste, por razões egoístas. Sentirei falta das venturas e desventuras, estados-de-alma e outros apontamentos de um Português no Japão. Aqui fica transcrição do seu último texto. "Tomando de ensejo o assinalar do centenário da morte de Sua Majestade o Ten'Ō Meiji (明治天皇 , 3.11.1852 – 30.7.1912), este TLNBJ segue hoje a enterrar, desta feita de vez, e sem direito a mais exumações. Tempo houve em que valeu a pena andar por aqui, pela escrita em formato blogue, dava gozo e a escrita revestia-se de uma pertinência que nem sempre se queria demasiado pertinente. Uma janela para o Mundo, como alguém dele disse, com vista sobre um seu onírico e quasi-obscuro canto, ilha remota, Kyūshū essa, tão prenha de histórias ainda e sempre por contar... Há muito que já não sou daqui. Deste formato, digo. Lamento dizê-lo, mas salvo uma mão-cheia de mui nobres e honrosas excepções, aquilo a que uns convencionaram chamar blogosfera portuguesa, seja lá o que isso for, há muito que descambou num deplorável muro de lamentações, mais um, natural extensão online de um certo ruminar permanente e vicioso de pessimismos de mesa de café, e onde as lamúrias de sempre se entre-atropelam, e, sinceramente, nunca dei, quiz dar ou darei um chavo que seja para esse peditório. Acresce que, de regresso a Portugal, e ainda que haja de voltar tão breve quanto possível ao país que tão bem me acolheu estes últimos quatro anos, hoje mais que nunca, e mesmo com tanto mal a afligir os que mais remédio não têm senão por cá ficar lutando pelas suas vidas, com tanto, dizia eu, que haja de maldizer, hoje, mais que nunca, sei o quão bom é ter Portugal por Pátria, por minha terra, nossa terra, lugar a amar mais que qualquer outro, e a trazer no peito, hoje e sempre, como se traz todo quanto nos é querido de verdade. Escolho esta data para fechar este espaço, também pelo carácter simbólico, invocativo, que a data encerra e no que ao Japão e à História do nosso tempo se refere: o Japão que Mutsuhito, o jovem Imperador que envergaria o nome póstumo de Meiji (明治, literalmente o 'Governo da Luz'), herdou de seus antepassados mais não era que um pobre e atrasado arquipélago no encosto mais extremo do Extremo Oriente, longa cordilheira de penhascos flutuantes à porta da Ásia, que outros, na sua curteza de vistas, só poderiam conceber como entreposto conveniente para naves forasteiras que cruzassem o vasto oceano em busca de paragens mais prósperas logo ali ao passar doutros estreitos. O Japão que Meiji deixou a 30 de Julho de 1912, escassos quarenta e poucos anos após a sua ascensão ao Trono do Crisântemo, era uma potência entre as primeiras de entre as grandes nações da Terra. O Japão de Meiji, sem nunca abdicar da sua mais cara essência identitária, e em nome da mais urgente das tarefas — o da sobrevivência da sua soberania nacional — obrigou-se a uma transformação cultural, social, económica e política sem precedentes na história da Humanidade, uma metamorfose tão profunda quão dramática e não poucas vezes dada a um preço demasiado alto a pagar. Mas fê-lo para que o Japão de hoje seja a referência cimeira que ainda é, para tantos de nós, enquanto paradigma de uma sociedade solidamente desenvolvida, estável, segura, justa e digna do nosso mais reverencial louvor — ainda e sempre entre as mais dignas de nota das nações do nosso Mundo. Face às mazelas do destino, o Japão nunca se perdeu em lamentos estéreis à boca escancarada. A este respeito recordamos, uma vez mais, a tragédia de Kanto de 1923, os dias dos tenebrosos daikūshū de '45, Kobe e Tōhoku que vimos com os nossos olhos, cair e reerguer, inabaláveis, do ardor das cinzas. A cada crise, o Japão respondeu sempre com um redobrar das suas forças, o mais das vezes indo-las buscar onde não sobrava a mais mísera réstia de esperança. E levantar-se, sempre! Sim! sem pedir contas a outrem que não a si mesmo e à sua castigada gente. Observar, aprender, fixar, é isso, a nós outros, que nos resta... E quanto ao mais, é tempo de partir e deixar de vez estas paragens. A todos quantos se interessaram, inspiraram, daqui colheram inspiração e a tantos quantos fizeram questão de ler este quase-diário de bordo, pouco regular mas feito, o mais das vezes, com muita boa vontade e alegria, enquanto foi tempo de navegar, um sentido agradecimento do mais fundo do meu coração — a todos vós um emocionado 'Arigato gozaimasu' — não citarei nomes: vós sabeis quem sois." link

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Mãe Morre Imolada porque a filha Bloga!

Quando vi esta noticia fiquei chocado. Uma mãe em desespero no Vietname, imoçou-se porque a sua filha está presa, correndo o risco de apanhar 20 anos de cadeia, pelo que escreveu num blogue. Parece-me que muitos de nós não damos o real valor à Liberdade que "ainda" temos. Os meus pêsames a Danh Thi Kim Lieng.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Cousas, Angola e Alentejo

O Cousas tem uma ligação, no "Crónicas de Além Tejo" de André Miguel. Um alentejano, que está por Angola.Costumo passar por lá de vez em quando e nem tinha reparado... Gosto de passar por lá, tem boas análises da actualidade, boas recomendações de bom vinho e onde comer por terras do Alentejo e algumas noticías da agora "sua" Angola. Um Obrigado e um Abraço

sexta-feira, 22 de junho de 2012

PoliticsUK

O PoliticsUK é uma simulação de política britânica jogado num fórum. A simulação está a simular o seu décimo aniversário e está agora a lançar um blogue, para o qual eu vou escrever, na medida do que conseguir.

O blogue está aqui, para quem tenha interesse.

sábado, 12 de maio de 2012

Cousas no Senatus!

Um blogue que muito aprecio o Senatus, entendeu por bem (aqui) linkar esta nossa humilde choupana.

Tomei a liberdade de agradecer em nome do colectivo:)

Sem querer, estamos a crescer enquanto projecto. Mais posts, mais comentários, mais visitas e o que verdadeiramente nos interessa, impacto na vida das pessoas, do País e do Mundo.

A Todos os que fazem do cousas um espaço de partilha e debate o meu Obrigado.