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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Oh Cecilia Meireles, partes-me o Coração!

Nas minhas andanças blogosféricas, recomendo Luis Naves, que escreve no seu Forte Apache sobre a Indignação Organizada.

O texto discorre sobre várias questões e dá como exemplo os protestos na Covilhã contra o Ministro da Economia.

De facto, tenho que concordar que o Ministro não tem estado bem, relativamente a várias questões e especial relativamente, com as últimas greves na NAV e a dos pilotos da TAP.

"Canceladas" à última hora e cujo "sentido de responsabilidade" dos sindicatos foi publicamente louvado pelo senhor Ministro.

Não sei o que é pior, se o desconhecimento que o Ministro tem do sector do Turismo ou a sua atitude louvaminheira dos sindicatos mostrando fraqueza e que está disposto a tudo para ter Paz.

Senhores, em Turismo, o planeamento é feito a longo-prazo, todo o dano, a hoteleiros, restauração e tudo o mais já estava feito quando os sindicalistas viram abrir "as portas do diálogo". O Ministro papa isto e dá a cara. Precisa claramente de uma licenciatura em Ciência Política e um refrescamento em Economia.

Não se ouve falar na senhora Secretária de Estado do Turismo, que até tem um bom CV.

Cecilia Meireles, partes-me o coração


terça-feira, 13 de março de 2012

Mexia & Lobbies 1 - Gomes & Contribuintes 0

Soube-se há pouco tempo que o Secretário de Estado da Energia Henrique Gomes, se demitiu.
Noticia aqui.
Parece-me um mau sinal para um mercado mais livre e concorrencial, visto as posições tomadas por este governante em relação aos lobbies da energia.
É uma remodelação surpreendente, uma vez que sai o responsável pelo sector da energia que é uma pasta determinante em qualquer economia. Como é no Ministério da Economia, mais fogo em cima do Álvaro.
Mau sinal no meu entender, se era para fazer uma remodelação que fosse mais a fundo.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Mais 1150 Burrocratas Álvaro?

Parece que 1000 técnicos do IEFP vão passar a ser designados gestores de carreira. Vide aqui. 
150 hoje dirigentes, também passarão ao cargo de gestor de carreira. 
Além do simples facto do IEFP, ser uma instituição totalmente desfasada da realidade, do nosso mundo laboral, não seria mais importante, mudar mentalidades e não apenas a semântica?

Pior o objectivo de querer aumentar em 50% as colocações, num contexto económico como o nosso é um objectivo curioso. 

Como sempre, como a mudança da realidade é dificil opta-se pela cosmética. 

Espera mais de um estrangeirado anglo-saxónico Álvaro...