Leio aqui e faz capa no i que Isaltino Morais, Presidente da Câmara de Oeiras está a ser acusado de irregularidades relacionadas com PPP Municipais.
Salvaguardando o direito à defesa e a presunção de inocência, deixo uma sugestão para aliviar a nossa despesa pública.
Dado o histórico deste autarca com os tribunais, que tal o Ministério Público esquecer a acusação?
Sairia com toda a certeza mais barato pagarmos apenas o custo do prejuízo que estas PPP nos estão e vão continuar a causar e não os custos com pessoal de Justiça que com toda a certeza poderão dar melhor uso das suas horas de trabalho para o Estado despachar mais uns quantos processos em vez de se enredar em recursos.
"Deve haver um dia em que a sociedade, como os indivíduos, chegue à maioridade." - Alexandre Herculano
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Isaltino e PPP!
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Aprender sobre PPP!
Nos últimos tempos tenho lido umas coisas sobre Parcerias Público-Privadas.
Quanto mais leio, mais preocupado fico com a situação em que estamos, e de como poderemos sair dela.
A ler esta entrevista de Mariana Abrantes de Sousa ao jornal i. Já com uma boas semanas, mas cada vez mais relevante.
A não perder o blogue http://ppplusofonia.blogspot.pt/, em que o seu trabalho e a sua intervenção são divulgados.
Quanto mais leio, mais preocupado fico com a situação em que estamos, e de como poderemos sair dela.
A ler esta entrevista de Mariana Abrantes de Sousa ao jornal i. Já com uma boas semanas, mas cada vez mais relevante.
A não perder o blogue http://ppplusofonia.blogspot.pt/, em que o seu trabalho e a sua intervenção são divulgados.
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Oh Pedro não te esqueças de tomar os Comprimidos!
Leio aqui que o PS, pela voz de Pedro Marques ,avisa que as renegociações das PPP farão aumentar os custos para os contribuintes.
Curioso, seria interessante terem tido esta lembrança, antes de terem negociado e assinado contratos com cláusulas leoninas contra o Estado.
Tento ser apartidário na analise, mas é por atitudes demagógicas e populistas como estas de quem toma duas posturas completamente diferentes se está no Poder ou na Oposição que estamos como estamos.
Curioso, seria interessante terem tido esta lembrança, antes de terem negociado e assinado contratos com cláusulas leoninas contra o Estado.
Tento ser apartidário na analise, mas é por atitudes demagógicas e populistas como estas de quem toma duas posturas completamente diferentes se está no Poder ou na Oposição que estamos como estamos.
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terça-feira, 27 de novembro de 2012
As Parcerias do Nosso Descontentamento!
Para quem quer saber mais sobre PPP, os 5 cenários avançados pela Ernst & Young.
http://economico.sapo.pt/noticias/cinco-cenarios-da-ernst-para-solucionar-as-ppp_151490.html
Para os que defendem a nacionalização, tenham medo, tenham muito medo.
http://economico.sapo.pt/noticias/cinco-cenarios-da-ernst-para-solucionar-as-ppp_151490.html
Para os que defendem a nacionalização, tenham medo, tenham muito medo.
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Ramalho, se o dinheiro fosse teu, já te assustavas!
Leio aqui que o Presidente das Estradas de Portugal, declarou que não se assusta da empresa por si dirigida puder ter que assumir a manutenção 745 Km de estradas e auto-estradas, caso as renegociações com algumas ou todas as concessionários de PPP falhem.
Pergunto eu ao António Ramalho:
Oh António,se o dinheiro fosse teu já te assustavas?
Pergunto eu ao António Ramalho:
Oh António,se o dinheiro fosse teu já te assustavas?
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quinta-feira, 31 de maio de 2012
As PPP da nossa Perdição!
Leio no Público, que o Tribunal de Contas recusou o visto-prévio a 5 contratos de Parcerias Público Privadas (PPP).
Solução?
Algum empreendedor, trocou os contratos enviados por outros, que receberam o visto.
A mim que vou ter que pagar isto, algo me parece mal...
Solução?
Algum empreendedor, trocou os contratos enviados por outros, que receberam o visto.
A mim que vou ter que pagar isto, algo me parece mal...
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segunda-feira, 26 de março de 2012
As PPP, o Interesse Público e o Contribuinte.
Nas últimas horas têm saído noticias sobre a renegociação dos contratos das PPP´s (Parcerias Público Privadas) nas agora ex-SCUT, (Sem Custos para o Utilizador). Esperei até à última até comentar mas se saiu no blogue das PPP, (que é um sitio que apesar de estar lá na outra Costa do Atlântico Sul falante do Português) sabe do que fala.
Augusto Sabóia na àrea aqui.
A ser verdade, esta noticia, levanta a questão de como(não) se defende o interesse público em Portugal, sem planeamento estratégico de longo-prazo.No final da ânsia de alijar carga orçamental já, é o contribuinte, seja eu ou o meu bisneto a levar com a conta.
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terça-feira, 15 de março de 2011
Pensar no futuro
Portugal passou anos a empurrar para a frente. Fomos gastando dinheiro público que tínhamos e não tínhamos em grandes obras, mas o pagamento ficou para depois. Pior: os contratos que o Estado celebrou com as empresas privadas concessionárias sistematicamente socializavam os custos (e os riscos!) e privatizavam o lucro. Os contratos eram sistematicamente preparados fora do Estado, com base em estudos encomendados pelo Governo do dia e que, também sistematicamente, diziam que os projectos seriam excelentes.
É preciso começarmos a pensar no futuro. É preciso um novo modelo de PPP. No Reino Unido, nos últimos tempos do Governo trabalhista de Gordon Brown, começou a discutir-se os chamados «social impact bonds». A ideia destas «obrigações de impacto social» é, de um modo simples, relacionar os ganhos privados com o impacto social benéfico da actividade que o Estado contratualizou com estas. Se as entidades privadas atingirem os objectivos previstos no contrato, recebem. Caso contrário, não recebem. Assumem esse risco.
Parece-me que é um tema que devia ser também estudado cá em Portugal. Não podemos continuar a usar os nossos impostos para pagar contratos de PPP em que o impacto social não é o pretendido, e os custos são imensos, ao mesmo tempo que se mantém uma rede de empresas à volta do Estado que simplesmente depende dele e das quais, ao mesmo tempo, o próprio Estado depende.
(Para saber mais sobre o tema, pode clicar aqui ou aqui.)
É preciso começarmos a pensar no futuro. É preciso um novo modelo de PPP. No Reino Unido, nos últimos tempos do Governo trabalhista de Gordon Brown, começou a discutir-se os chamados «social impact bonds». A ideia destas «obrigações de impacto social» é, de um modo simples, relacionar os ganhos privados com o impacto social benéfico da actividade que o Estado contratualizou com estas. Se as entidades privadas atingirem os objectivos previstos no contrato, recebem. Caso contrário, não recebem. Assumem esse risco.
Parece-me que é um tema que devia ser também estudado cá em Portugal. Não podemos continuar a usar os nossos impostos para pagar contratos de PPP em que o impacto social não é o pretendido, e os custos são imensos, ao mesmo tempo que se mantém uma rede de empresas à volta do Estado que simplesmente depende dele e das quais, ao mesmo tempo, o próprio Estado depende.
(Para saber mais sobre o tema, pode clicar aqui ou aqui.)
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