Vejo aqui, no Esquerda Republicana, que uma Grande Coligação de 6 Partidos se prepara para concorrer nestas autárquicas no Funchal.
Nada de mais, não fosse na minha opinião a heterodoxia da mesma.
Juntando em algo que não posso deixar de qualificar como Frente Popular, socialistas, trotskistas, conservadores, liberais, defensores dos direitos dos animais, monárquicos e não sei quantas outras tendências e grupos.
Que ideologia têm além de serem do contra?
No limite se ganharem a Miguel Albuquerque, decapitam o rosto da Oposição interna do PSD-Madeira a Alberto João Jardim e Jaime Ramos...
Declaração de Interesses: Fui filiado nesse sonho de Manuel Monteiro, o Partido da Nova Democracia e membro do Conselho Geral.
"Deve haver um dia em que a sociedade, como os indivíduos, chegue à maioridade." - Alexandre Herculano
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sexta-feira, 8 de março de 2013
Que Mudança no Funchal?
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sábado, 7 de abril de 2012
Como criar um caso mediático
Alguém diz qualquer coisa.
Essa coisa é tirada do contexto e colocada em títulos de jornais de forma distorcida.
Opositores de quem disse a dita coisa são convidados a comentar e distorcem eles próprios o que foi dito, possivelmente até de forma diferente à dos títulos dos jornais.
Alguém aliado de quem disse a coisa tirada do contexto vem dizer qualquer coisa que pensa que a população em geral quer ouvir.
Opositores insistem na distorção.
Analistas debatem afincadamente interpretações várias das afirmações originais, mesmo que não as tenham lido ou ouvido, e sem necessariamente falarem do contexto.
Ao fim de uns dias, poucos, o interesse esmorece e passamos ao caso mediático seguinte.
Isto significa que todos os casos mediáticos são desprovidos de interesse? Não. Mas mesmo esses tendem a ser empolados e as descaracterizações tendem a acontecer aí também. Tudo fica pela rama e pouco ou nada de concreto se fica a saber sobre o que se passou.
Vamos criando casos mediáticos em vez de termos debates sérios sobre coisas sérias. O que ganhamos com isto? Nada. Mas há quem pense que é assim que se vendem jornais e que é assim que se faz verdadeira e boa política.
Essa coisa é tirada do contexto e colocada em títulos de jornais de forma distorcida.
Opositores de quem disse a dita coisa são convidados a comentar e distorcem eles próprios o que foi dito, possivelmente até de forma diferente à dos títulos dos jornais.
Alguém aliado de quem disse a coisa tirada do contexto vem dizer qualquer coisa que pensa que a população em geral quer ouvir.
Opositores insistem na distorção.
Analistas debatem afincadamente interpretações várias das afirmações originais, mesmo que não as tenham lido ou ouvido, e sem necessariamente falarem do contexto.
Ao fim de uns dias, poucos, o interesse esmorece e passamos ao caso mediático seguinte.
Isto significa que todos os casos mediáticos são desprovidos de interesse? Não. Mas mesmo esses tendem a ser empolados e as descaracterizações tendem a acontecer aí também. Tudo fica pela rama e pouco ou nada de concreto se fica a saber sobre o que se passou.
Vamos criando casos mediáticos em vez de termos debates sérios sobre coisas sérias. O que ganhamos com isto? Nada. Mas há quem pense que é assim que se vendem jornais e que é assim que se faz verdadeira e boa política.
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